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Governo do
Distrito Federal

Combate à violência contra a mulher

O silêncio Também Machuca

Denuncie qualquer tipo de violência.

Violência contra a
mulher tem várias formas

Nenhuma forma de violência deve ser naturalizada.
Reconheça os sinais e busque ajuda.

Violência física

Qualquer ação que machuque ou prejudique a integridade física da mulher, como empurrões, tapas, socos, chutes, queimaduras ou ferimentos.

Violência psicológica

Ameaças, humilhações, perseguições, chantagens, isolamento, controle excessivo e outras atitudes que causem medo ou prejudiquem a saúde emocional.

Violência sexual

Obrigar ou constranger a mulher a participar de qualquer ato sexual sem consentimento, impedir o uso de métodos contraceptivos ou forçar uma gravidez, aborto ou casamento.

Violência patrimonial

Destruir, esconder, reter ou controlar documentos, dinheiro, bens, instrumentos de trabalho e outros recursos da mulher.

Violência moral

Calúnia, difamação, insultos, exposição, acusações falsas ou qualquer atitude que prejudique a honra e a reputação da mulher.

Medidas protetivas salvam vidas

As Medidas Protetivas de Urgência podem determinar, entre outras providências:

Descumprir é crime

Em caso de risco ou desrespeito à decisão judicial, ligue imediatamente para o 190.

  • O afastamento do agressor do lar

  • A proibição de aproximação ou contato com a
    mulher

  • A restrição ou suspensão do porte de armas

  • A proteção da mulher e de seus dependentes

  • Outras medidas necessárias para preservar
    sua segurança

Como buscar ajuda
no Distrito Federal

190

Emergência: Polícia Militar. Para situações de emergência, agressão em andamento ou risco imediato.

180

Central de Atendimento à Mulher. Canal gratuito, 24 horas por dia, para orientação, acolhimento, informações sobre direitos e encaminhamento à rede de atendimento.

197

Polícia Civil do Distrito Federal — opção 0. Canal para denúncias, inclusive anônimas. O sigilo é absoluto.

WhatsApp da PCDF:
(61) 98626-1197

Maria da Penha On-line:
registre a ocorrência de violência doméstica pela Delegacia Eletrônica da PCDF, sem sair de casa.

Programa Direito Delas:
(61) 98382-0130

E-mail de denúncias:
denuncia197@pcdf.df.gov.br

Em caso de estupro ou de situação que exija atendimento imediato, procure uma delegacia presencialmente ou ligue para o 190.

Onde encontrar
acolhimento no DF

Casa da Mulher Brasileira

Oferece atendimento integrado e humanizado às mulheres em situação de violência, com serviços de acolhimento, apoio psicossocial, orientação jurídica e acesso à rede de proteção.

ESPAÇO ACOLHER

Unidade de atendimento que realiza acompanhamento com homens e mulheres envolvidos em situações de violência doméstica e familiar contra mulheres.

SEDE I- Anexo do Buri

Unidade Administrativa central responsável
pela coordenação das políticas para
mulheres no DF.

SEDE II- SBN- Quadra 2

Unidade administrativa central responsável pela coordenação das políticas para mulheres no DF.

Centros Especializados de
Atendimento à Mulher (CEAMs)

Oferecem atendimento gratuito, especializado e sigiloso, com acolhimento, acompanhamento psicossocial e orientação para mulheres em situação de violência.

CENTRO DE REFERÊNCIA DA
MULHER BRASILEIRA (CRMB)

Oferecem acolhimento, escuta qualificada, orientação e encaminhamento para os serviços da rede de proteção.

CASA ABRIGO

Unidade sigilosa com acolhimento integral por até 90 dias, oferecendo assistência jurídica, psicológica, pedagógica e social. Pode acolher mulheres com dependentes.

Delegacias

A ocorrência pode ser registrada nas Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (DEAMs) ou em qualquer delegacia da Polícia Civil do Distrito Federal. As DEAMs atendem 24 horas.

DEAM I — Plano Piloto EQS 204/205 (61) 3103-1926
DEAM II — Ceilândia QNM 2, conjuntos G/H, Área Especial (61) 3207-7391

COMITÊ DE PROTEÇÃO À MULHER

Orienta, recebe denúncias e pedidos de ajuda de mulheres vítimas de violência de qualquer tipo: física, psicológica, sexual, patrimonial, moral, entre outros.

ESPAÇOS PRÓ-MULHER

Promove a autonomia econômica das mulheres com cursos, oficinas, orientação psicossocial e mentoria para a inserção no mercado de trabalho.

Você também pode ajudar

A violência contra a mulher não é um problema particular. É responsabilidade de toda a sociedade.

Se você presenciar uma agressão, ouvir pedidos de socorro ou souber que uma mulher está em situação de violência:

Uma ligação pode proteger uma mulher e interromper um ciclo de violência.

  • Não confronte o agressor se isso colocar alguém em risco.

  • Acolha a mulher sem
    julgamentos.

  • Não questione por que ela ainda não deixou o relacionamento.

  • Ofereça ajuda para acessar a rede de proteção.

  • Em caso de emergência,
    ligue para o 190.

  • Denuncie pelo 180 ou 197.

O silêncio também machuca

Falar pode ser o primeiro passo para romper o ciclo. Se você sofre violência ou conhece alguém nessa situação, procure ajuda.

180 Orientação e atendimento 24 horas 197 Denúncia à Polícia Civil 190 Emergência ou agressão
em andamento

Conteúdo educativo e informativo, em observância às normas do período de Defeso Eleitoral.